domingo, 8 de junho de 2014

O fim é o fim

Os primeiros sinais são muito claros; assustadoramente claros.
Eles deviam fazer pensar quem tem a mania de que pode fazer o que quer, como quer e como os (seus) interesses ditam: o PS, a continuar assim, a autodestruir-se como está desde o passado dia 26, ficará nas próximas eleições igual ou pior que ao PAOK, na Grécia; um partido que já teve responsabilidades governativas e que agora ninguém naquele país quer saber.

Esta balcanização do PS português, sendo muito, muito grave, serve na perfeição para confirmar os ditos populares: “quem tudo quer tudo perde”, e “não há guerra de mais aparato do que muitas mãos no mesmo prato”.

É claro que quando acontecer (espero que os resultados das últimas sondagens ponham ordem nos exageros) tal realidade, os pilharetes do futuro vão esconder-se como gatos sem garras quando as matilhas passam perto.
Fazendo de conta que o povo é parvo quendo diz que “a razão e a verdade fogem quando ouvem disputas”.

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