segunda-feira, 2 de junho de 2014

Ecos de contendas

E assim vai o maior partido português; aquele que devia já estar na contagem decrescente e na rampa de lançamento para pegar pelos cornos um país à deriva. Infelizmente há razões que a razão desconhece!
Com a calma das horas depois da agitação dos holofotes, que a grande maioria dos políticos cultiva, em prejuízo de outras coisas fundamentais, fico-me pelo registo de ideias para pensar; para limpar teias de aranha densas que impedem a entrada da luz.

1. É onde houve piores resultados que se exige mudança de líderes (José Luis Carneiro, Jornal de Noticias, 14.05.31)
2. António Costa lançou-se na corrida para a liderança do PS. É a terceira vez que tenta ocupar o lugar de António José Seguro. Diz-se que à terceira é de vez. Mas também se diz que tantas vezes o cântaro vai à fonte que algum dia deixa lá a asa. (Pedro Sousa Carvalho, Público, 14.05.30)
3. Com António Costa na liderança, o PS será uma certeza: a certeza de se ver reemergir a política no seu pior. (Ventura Leite, Público, 14.05.30)

Pronto!
Da minha parte acrescento que continuo a pensar e não consigo perceber o que é a Palavra em política, daí que o melhor mesmo é dar a palavra a quem sabe:
Embora haja de facto uma disputa já histórica entre ambos [Seguro e Costa] e se trate de perfis políticos diferentes e até modos diferentes de entender a social-democracia, o problema que se vive no PS está muito para além disso e prende-se com a questão de fundo que foi colocada por estas eleições europeias de forma explícita: a existência de uma crise de representação do sistema politico”.
São José Almeida, Público, 14.06.02

Não foi isso o que Seguro mostrou sábado passado no Vimeiro?

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