quarta-feira, 4 de junho de 2014

É só a matar

Este [chumbo do Tribunal de Contas à Oficina, Tempo Livre e Fraterna] é o maior problema que tenho entre mãos e a maior dor de cabeça.
Domingos Bragança
Também eu – e estou certo que a totalidade dos vimaranenses – estou apreensivo com o que o fez o Tribunal de Contas. Com o futuro de Guimarães e com a falta de rumo de quem (lá longe) diz que sabe o que é a realidade de ao pé da porta. E estou solidário com a dor de Bragança. Não pela “maior dor de cabeça” do presidente da câmara de Guimarães, que obviamente não desejo, mas por estar a olhar para o vazio das cerca de 700 pessoas que ficarão à deriva, por culpa de um desemprego forçado por uma estapafúrdia decisão saída de um qualquer sonho (ou seria pesadelo?).
Sim, sim!; eu sei que estão em causa à volta de 250 empregos, mas se se fizer contas ao que são os agregados familiares…

E depois, sem falsos humanismos ou gestos solidários para televisão ver, a câmara de Guimarães vai fazer melhor do que quem trabalha, de perto e há tanto tempo, conhecendo a realidade e sabendo o que se faz, seja na Tempo Livre, Oficina ou na Fraterna?

A câmara até pode ter boa vontade, e tem com toda a certeza, mas só por curiosidade: como será que fará para gerir as horas extras de trabalho dos colaboradores nas noites de espetáculos em Vila Flor, por exemplo?
Com mais custos?

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