segunda-feira, 23 de junho de 2014

Dignidade na viagem final

Já não é a primeira vez que leio que Torcato Ribeiro, o vereador da CDU na câmara de Guimarães, defende a criação de uma casa mortuária em Guimarães que não tenha símbolos religiosos.
É fundamental que tal aconteça. E não é por o vereador comunista o defender, não, é porque na morte todos somos iguais.

É verdade que o presidente de câmara recorda o que já acontece (e bem) em Creixomil, onde há um espaço para velar a memória dos que nos deixam, mas nunca é demais recordar que se não fosse a Sociedade Martins Sarmento, as cinzas de Emidio Guerreiro não teriam um espaço digno (com a dignidade que o Homem merecia) para serem veladas antes da sua viagem até à Atouguia.

1 comentário:

Anónimo disse...

Se capelas mortuárias podem transformar-se em cafés por que não transformar alguns 'tascos' em casas mortuárias?