sábado, 19 de Julho de 2014

Importante indústria que é criação


Bordar acaba por ser uma forma de afirmação.
Cindy Steiler

No âmbito da Contextile 2014, a norte-americana Cindy Steiler está numa residência artística em Guimarães; mais concretamente na Oficina.
E, diz que, agora que está a aprender o bordado tradicional de Guimarães, se está a ligar a eles, como no passado se ligou à família (avó e mãe).

Mas foi assim que cresceu a indústria têxtil?

Em suma: a reflexão sobre a importância da arte têxtil nas diversas formas de expressão e representação artística aí está.

Artistices de sacristia

A grande parte dos “turistas” sentados na Assembleia da República, mais parecem artistas de circo que homens mandatados para servir o povo.
Artur Soares, O Conquistador, 14.07.11

Mas quem terá dado – e insiste em fazê-lo – trela a este artista?
Quem nunca percebeu como funciona o mundo para além das paredes frias da sua sacristia sabe lá do que fala!

Nota de rodapé – Será com artistas destes que a igreja de Guimarães se afirma? É que, pode parecer estranho, mas este senhor é o único (suposto) fazedor de opinião residente no quinzenário católico vimaranense.

sexta-feira, 18 de Julho de 2014

“Dez anos é muito tempo”

Há dez anos…
A 25 de junho, realizava-se nova edição do Rock in Taipas. Uma edição marcada por alguns percalços.
Reflexo, julho de 2014
Que saudades!
Recordo, com uma dorzita no estômago, um belo concerto dos Coldfinger, com a minha prima Margarida Pinto, em grande forma.
Outros tempos!
Valha-nos (e esperamos que em grande) o Barco Rock Fest. Mas Taipas sempre teve grande encanto quando se trata de música!

Duas perguntas e uma constatação dolorosa

Quem um dia, seja em que momento (ou circunstância) da sua vida for, opta pela vida politica; nesse dia e não num outro caído dos acontecimentos, perde a sensibilidade para com os outros?
Ou dito de uma forma mais direta: os políticos são seres totalmente insensíveis às realidades dolorosas e à mala de necessidades das pessoas que os rodeiam?

Cada vez mais e por todo o lado assistimos a um aumento (violentamente perigoso) do virar de costas das pessoas, os cidadãos – como os políticos tanto gostam de apelidar quando os outros; os que lhes dando jeito, um jeito calendarizado, gostam de apelidar as pessoas (e então em épocas eleitorais!) –, pela politica e a uma perigosa indiferença pela coisa pública.
Ou seja, a indiferença e vaidoso afastamento dos políticos para com os cidadãos vai acabar por matar a participação das pessoas na coisa pública. 

quinta-feira, 17 de Julho de 2014

Viagem longa para a glória

Mohan Munasinghe já se manifestou disponível para participar no processo de candidatura de Guimarães a capital verde europeia. O caminho é longo, muito longo – bem o sabemos todos –, mas esta ajuda, ou melhor, esta parceria do prémio Nobel da Paz de 2007, é extraordinariamente importante.
E depois, e deixemo-nos de brincar com as palavras e certos oportunismos bacocos, este segundo congresso mundial da história do Ambiente em Guimarães, é um tiro certeiríssimo.
Bem ao jeito de Amadeu Portilha.

Olhar do silêncio


O dr. Nuno Crato é um science killer? Pelo menos está a trabalhar afincadamente para ganhar o título.
Nicolau santos, Expresso (Economia) 14.07.12

quarta-feira, 16 de Julho de 2014

Quem sabe…

Ponto prévio: até muito perto das últimas eleições autárquicas, eu não conhecia Adelina Paula. Foi Domingos Bragança, numa noite importante para Brito, que, no parque daquela vila, me disse quem era a atual vereadora responsável pela Educação na câmara de Guimarães.
Felizmente que depois dessa conversa com o atual presidente de câmara, Adelina Paula e eu já nos cruzamos e nos conhecemos.

Não quero falar da simpatia irradiante de uma professora que marcou/marca pelo trabalho desenvolvido no seu agrupamento escolar. Apenas e só da vereadora responsável, na câmara de Guimarães, pelo trabalho em prol da educação no concelho. É uma pessoa que sabe do que fala. Conhece (tão de perto que até assusta quem pensa que sabe do que fala quando tenta falar de cima da cátedra) a realidade do ensino, das escolas e dos alunos que por mais que possam ‘pegar’ com a senhora fica-se sempre desarmado.

O que Adelina Paula diz a propósito do encerramento parvo e sem escrúpulos e sem princípios e totalmente precipitado por razões que nada têm de ligação às escolas, de escolas, mormente em Guimarães, mostra isso mesmo: “é preciso fazer um trabalho de enquadramento antes de pensar encerrar escolas a régua e esquadro”. Uma afirmação que mostra, na perfeição, a forma como a vereadora olha para o seu trabalho de responsabilidade politica.
Nem vale a pena estar a olhar para uma declaração de voto de uma oposição que na última reunião de câmara pretendeu desviar para si luzes que não merece; estou mesmo a enaltecer o trabalho da vereadora Adelina Pinto.