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| foto:opovo.pt |
Ainda é cedo para falar dessa realidade, pelo que, para já, registo da apresentação da candidatura bloquista dois pontos de vista assumidos por José Fonseca: uma justiça social e “politicas proativas e inovadoras que combatam a pobreza, a exclusão social e a estagnação social” e a colocação na agenda de politicas locais que defendam o desenvolvimento sustentável e ambiental.
Prometo seguir com muita atenção estas duas ideias; principalmente a segunda. Não porque esteja radicalmente contra o que Pedro Soares afirma, quando deseja que Guimarães seja “uma capital da cidadania, da solidariedade e da defesa do património”, não! – só não entendo tais palavras, que me parecem não fazer sentido –, mas porque considero mais objetivo o empenho e motivação do candidato do BE a Santa Clara.
Se a capital da cidadania é uma realidade que todos nós, cidadãos empenhados, fazemos, em Guimarães, questão de preservar; a solidariedade, essa poderá ter perdido uns quilates com a atitude paternal-oportunista de uma forma muito perigosa de a olhar, com apoios só para amigos ou parceiros de carteira em cursos de formação especial ou patrocinados, mas a defesa do património anda de mãos dadas com a cidadania. E em Guimarães quer a cidadania quer a defesa do património pedem meças a quem se arvore como salvador. Mas isso será objeto de reflexão futura. Até porque, para já, o “desenvolvimento sustentável e ambiental” merece que se diga, e desde já, que, mesmo sendo certo que há sempre imenso a fazer nesta área, por terras vimaranenses quando se olha para aquilo que são os espaços verdes – com enormes potencialidades de fruição –, harmonia entre o construído e o espaço público, todos reconhecemos que se está num município que tem sido capaz de mostrar como se faz.
Há necessidade de uma maior reflexão? Este ponto de vista de José Fonseca é bem-vindo e pode ser um bom ponto de partida para outras reflexões.









