O país não pode viver sob escuta permanente (Henrique Monteiro, Expresso 09.11.14) – Têm desaparecido algumas placas, de facto, mas ainda falta a paragem e o olhar para que o comboio não desfaça alguém. Mas que estamos a perder a viagem do futuro, estamos, sim senhor!, e isso é muito perigoso.
O novo meio de ‘justiça popular’ (…) já não é o pelourinho mas a página no jornal, a peça na televisão, na rádio ou na internet, escreve Helena Garrido no Jornal de Negócios de 09.11.12 – É a evolução dos tempos. Mesmo que a maldade seja a mesma.
Segundo o Expresso a “CGTP tenta esvaziar conferência sindical. A corrente comunista convenceu quatro centrais a não participarem numa iniciativa da minoria. Em reacção, o hotel encheu-se” – É dos livros, religiosos ou políticos, que o fruto proibido é o mais apetecido. Cá se fazem, cá se pagam! Afinal ainda há estalinismo por aí à solta. Pelo menos a julgar pela acção de uma certa intersindical.
O deputado laranja Emídio Guerreio, na sua (nova) coluna no semanário O Povo de Guimarães (de 09.11.13) escreveu: “Portugal precisa desesperadamente que os jovens que estão nas escolas aprendam mais e melhor. Precisa que aprendam hábitos de trabalho e de rigor” – Completamente de acordo. Nisso, todos somos culpados, não somos?