sábado, 16 de Agosto de 2014

Morte encaixotada II

foto: publico.pt
Se há consequência que esta proposta [municipalização da educação] evidentemente prefigura é a morte do professor como intelectual e agente cívico (…) transfigurando o professor, de vez, em tecnólogo ou operário da educação.
Francisco Teixeira, Público, 14.08.07

sexta-feira, 15 de Agosto de 2014

Beijo de socorro


foto: diariodominho.pt
Algumas famílias carenciadas de Guimarães cumpriram num destes dias um sonho: têm uma casa.
Domingos Bragança, o presidente de câmara de Guimarães, entregou a chave dessa casa a cidadãos vimaranenses.

Ainda há quem olhe para o outro, não há?
Sim! Bem sei que há outros que estão empenhadíssimos em cortes e abandonos!
E esses, sabemos bem, querem lá saber que as pessoas vivam com dignidade.
Querem é ver os seus nomes estampados na caridadezinha que os eleva ao seu deus.

Morte encaixotada

Mais de metade dos desempregados deixou de ter direito ao seu subsídio de desemprego. E a verdade é que o Centro Distrital de Braga da Segurança Social só paga a 43 por cento dos portugueses inscritos no Instituto de Emprego (IEFP).

Como é 'bela' a direita em Portugal!
Rui Barreira sente-se como peixe na água!
E são estes números que ‘mostram’ a diminuição do desemprego em Portugal!

Infelizmente são cada vez mais os que mendigam ou abandonam o país. Encaixotado. Mesmo que sem a mala de cartão de outros tempos.

quinta-feira, 14 de Agosto de 2014

Reduzir também é segurança

A câmara de Guimarães estuda a possibilidade de serem instalados semáforos no cruzamento da travessa da Ribeira, em Mesão Frio, um cruzamento perigoso que atravessa a ciclovia que liga as cidades de Guimarães e Fafe.
Não faço a mínima ideia se é viável ou não que por ali possa vir a existir sinalização semafórica, mas parece-me muito mais inteligente colocar umas lombas na estrada; sempre reduziam a velocidade dos automóveis.

E, depois, os semáforos nem sempre são respeitados. Principalmente por quem vai instalado comodamente ao volante.
No entanto, o que importa vincar é que é fundamental salvaguardar a segurança dos ciclistas. E o local é tremendamente perigoso para os amantes das bicicletas.

Vem cá toma!

foto: ironiadestado.net
1. Os recentes números publicados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) não só não enganam, como não devem deixar ninguém indiferente.
Na verdade, olhando para os indicadores do INE sobre a realidade da população portuguesa perde-se a respiração; o fôlego de quem olha o amanhã sem pessoas. Um futuro vazio.
É que perder quase meio milhão de jovens (entre os 15 e os 29 anos) em dez anos é de ficar com os cabelos em pé; assutado com o que aí vem. É de ficar em pânico com a ausência de um tempo que nos foge.

2. Na peça que Samuel Silva assina no jornal Público (14.08.12) é apontado um caminho para fazer funcionar o travão da saída dos portugueses mais novos: mais emprego.
Mas e os salários?
Os senhores do governo de Pedro e Paulo não querem saber disso para nada, pois não?

3. E nós? Continuamos a fazer de conta que o vento é sempre igual?

Escuridão no futuro

Título do Público, 14.08.12
foto: publico.pt
Num trabalho de Sérgio Aníbal no jornal Público da última terça-feira pode ler-se que para o Tribunal Constitucional os cortes na Segurança Social, para além de significarem visão de curto prazo do governo de Pedro e Paulo, são medidas precárias, ou sela, significa que o governo não tem sido capaz de “encontrar soluções alternativas permanentes que compensassem o impacto orçamental”.

O pior é que perante tal realidade lamentável; de bradar aos céus da realidade doentia que nos vai esmagando a precaridade da ação e da atitude dos portugueses é uma realidade doentia. Uma realidade de comodismo e apatia que mata.
Mas, ao que parece, os portugueses gostam do que vão vivendo; sentindo e sofrendo.

quarta-feira, 13 de Agosto de 2014

Olhar (local) do silêncio II

Em Guimarães, PS e PSD vão trocando comunicados relativamente ao problema que engloba a Tempo Livre, A Oficina e a Fraterna. (…) Nesta discussão até passa ao lado o fundamental.
Alfredo Oliveira, editorial, Reflexo, agosto 2014

Espirito santo de férias

O Espirito Santo caiu com fragor sobre nós. E, por muito que nos queiram enganar as nossas próprias autoridades, permanecerá muito tempo entre nós.
Augusto Santos Silva, Jornal de Noticias, 14.08.09
Entre o colapso do império Espirito Santo, as convulsões que a crie tem gerado em grande bancos e empresas, um governo moldado pela ‘troika’ e uma ressaca de três anos de austeridade e reformas forçadas, o certo é que Portugal vive hoje dias de rutura, de separação. Muito terá de mudar depois de tudo isto e é desejável que assim seja.
Helena Cristina Coelho, Económico, 14.08.08
E, chegado ao tempo do fim que não é o fim dos tempos, o Banco Espirito Santo foi secularizado e tornou-se quase uma heresia.
António Guerreiro, Ípsilon, 14.08.08
É agosto. O primeiro-ministro foi a banhos. Ricardo Salgado, ao que parece, também. Como sabemos? Porque, segundo publicado na imprensa, há banqueiros indignados com esse facto.
Ana Cristina Leonardo, atual, 14.08.09

A realidade Espírito Santo é estranha; perigosamente estranha.
E será que gosta de aparecer só nas férias?

terça-feira, 12 de Agosto de 2014

Olhar (local) do silêncio

fotos: radiofundao.net
A instalação da Universidade das Nações Unidas e da Agência para a Modernização Administrativa na mesma cidade, interagindo com a Universidade do Minho, a partir do polo de Couros, onde se encontra instalado o Centro Avançado de Formação Pós Graduada, é uma das mais importantes conquistas da região.
Paulo Sousa, Diário do Minho, 14.08.10

Olhar do silêncio


Em nome da “luta contra o terrorismo” ou da “vontade dos mercados”, em nome do “uso legítimo da força” ou dos credores das “dívidas soberanas”, esmagaram-se os direitos e as liberdades individuais, suprimiu-se a vontade democrática, a liberdade dos povos e a soberania dos estados.
Pedro Bacelar de Vasconcelos, Jornal de Noticias, 14.08.08

segunda-feira, 11 de Agosto de 2014

Perfume de futuro

Portugal é campeão do mundo em andebol universitário.
E a festa foi em Guimarães.
Brilhante!
Grande abraço de parabéns ao Nuno Silva (do nosso Xico).
Perdão! A todos os andebolistas estudantes num país quem nem sabe olhar para os seus valores.

Olhar atento

Pertenço a uma geração que, além do partido, tinha uma vida social. A minha vida não foi só politica, e continua a não ser. O que acontece hoje com a malta mais nova é que funciona em tribo.
Ruben de Carvalho, Revista, 14.08.09